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Porto, Portugal

about me / sobre mim

My name is Sara, I'm 25 years old and I'm a visual artist from Portugal. All my life I tried to understand the world through art and I always imagined I would became an artist of some sort. I knew I had things to say, but I didn't know how to say them. I hated writing - still do - and I didn't have a particular talent to pursue an artistic path in school. It's funny 'cause all my favorite artists were paintors, musicians, writers, film directors... But I never payed much attention to photography. Never had a favorite photographer growing up. Never even tought of photography as an art, really. When I was 18, I was studying journalism in university - don't ask me why - and hating it. Sometime along that journey, I began really enjoying taking pictures with my cellphone. A few months later I was buying a film camera and in my final year of college my parents gave me my first dslr - which to this day remains the best gift someone ever got me. At 21, with a college degree, I was feeling excruciatingly lost in a world where I didn't fit in and thought it would be a good idea to spend all my savings in a photography course. Around this time, I already loved photography, but I still didn't think of it as an art. I didn't have much knowledge and I wasn't sure if I really wanted to be a photographer. On my first real week of classes, I had history, composition and film photography and they all blew me away. I was stoked to be in school again and felt like a kid who's learning about the world for the first time. I had one teacher tell me about the work of Francesca Woodman and all of a sudden I had a new favorite artist. 12 year old Sara was smiling pretty big. I had finally found a voice. 

O meu nome é Sara, tenho 25 anos e sou fotógrafa. Desde que me lembro de ser alguém que tento perceber o mundo através da arte e sempre imaginei que me tornaria algum tipo de artista. Sabia que tinha coisas para dizer, mas não sabia como dizê-las. Não gostava de escrever - e ainda não gosto - e não tinha nenhum talento particular para perseguir uma área artística na escola. Tem graça, porque, olhando para trás, quando era adolescente, todos os meus artistas favoritos eram pintores, músicos, escritores, realizadores de cinema... Mas nunca prestei muita atenção a fotografia. Não tinha um fotógrafo favorito. Não pensava em fotografia como uma arte, sequer. Quando tinha 18 anos, estava a estudar jornalismo na universidade - não me perguntem porquê - e a tentar conformar-me com algo que não me dizia nada. Algures nesse percurso, comecei a gostar muito de fotografar com o telemóvel. Alguns meses depois, estava a comprar uma câmara analógica e no meu último ano de faculdade os meus pais ofereceram-me a minha primeira dslr. Com 21 anos e uma licenciatura, sentia-me insuportavelmente perdida num mundo em que não encaixava e achei que seria boa ideia gastar todas as minhas poupanças num curso de fotografia. Por esta altura, já gostava bastante da área, mas ainda não a encarava como uma arte, nem sabia ao certo se queria mesmo ser fotógrafa. Na minha primeira semana de aulas, saí de todas elas como uma criança que aprendia sobre o mundo pela primeira vez. Um dos meus professores falou-me sobre o trabalho da Francesca Woodman e, de repente, eu tinha uma nova artista favorita. A Sara de 12 anos estava com um sorriso gigante. Tinha, por fim, encontrado uma voz.

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